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História da Hipnose Clínica

Há mais de 4000 A.C. têm se encontrado registros de que a hipnose fora utilizada por povos antigos como os egípcios, caldeus, babilônicos e gregos. Papiros encontrados em escavações descrevem detalhadamente a utilização da hipnose na medicina do antigo Egito. Acreditava-se que o processo era conseguido por meio de habilidades misteriosas ou um “dom sobrenatural” reservado somente a alguns escolhidos. Hoje, sabemos que a hipnose faz parte do comportamento psicodinâmico normal do homem.

 O homem primitivo em algum momento deve ter sentado junto à margem de um riacho e se colocado em transe ao olhar fixamente para o espelho de água, permitindo com que o seu pensamento voasse para outros planos. E foram muitas as formas de se atingir o estado de transe, como por exemplo, nos cerimoniais dos “shamans” - palavra extraída da língua original da tribo Tungus da Sibéria, que se refere a uma pessoa que faz a viagem para uma realidade não ordinária, num estado alterado de consciência, ou entre os primitivos Boximanes Kung, da África, que se utilizavam da dança e de pinturas corporais para entrar num estado de consciência capaz de Promover curas.

 Dr. Charles Muses (1919 — 2000), matemático e especialista em cibernética, falou de métodos de indução ao transe, praticados pelos egípcios há mais ou menos dez mil anos. Eles utilizam uma luz brilhante - na qual o paciente deveria fixar seu olhar - nas suas práticas eficientes de indução hipnótica. Não seria a lâmpada mágica de Aladim?

 As primeiras sessões hipnoterapia de que se têm registro foram realizadas por Tehut-m-hobi, psiquiatra egípcio e sacerdote de Tot, ao aplicar sua psicoterapia na cunhada de Ramsés XII, que adoecia dos membros, registrando esse fato num monumento de pedra com o nome dela, Bent-rosch. (1300 a.C.).

 As civilizações antigas praticavam o chamado “sono do templo”, no qual os doentes ou indispostos eram colocados em estado de transe para terem seus problemas sanados, tais como paralisia da mão, úlceras do estômago e inflamações diversas.

 As religiões também incorporaram o hipnotismo em suas práticas e rituais. O “sono do templo” pode ser relacionado com o sono induzido a Adão, a fim de remover a sua costela para criar Eva. Alguns dos mártires cristãos não sentiram dor enquanto queimados nas estacas, pois conforme as chamas se erguiam, eles estendiam as mãos para mostrar àqueles que aguardavam sua vez de queimar na fogueira, que não havia sofrimento. Eis a auto hipnose.

 Mais adiante no século XVIII, um médico austríaco Franz Friedrich Anton Mesmer (1734-1815) defendia a tese de que a hipnose era produzida por um “fluído universal” do qual faziam parte todas as coisas do universo. Junto a um padre, Mesmer desenvolveu uma técnica de humanização em saúde. (conhecido hoje como hipnose não verbal) O “fluído” passou a ser relacionado com a palavra “magnetismo”, devido ao mecanismo de atração e repulsão, semelhante ao magnetismo mineral. Percebeu-se o “magnetismo animal” como origem e manifestação nos procedimentos hipnóticos. Mesmer criou uma psicoterapia que aplicava passes com objetivo de conduzir as pessoas a um estado de transe onde ocorreria a catarse. Sua tese de doutorado na Universidade de Viena considerava também a influência dos planetas na saúde dos pacientes. Em 1977, ficou muito conhecido por realizada cegueira da pianista Maria Theresa Paradis. Em 1778, em Paris, Mesmer é acolhido de forma calorosa pela sociedade francesa, ao ponto de a rainha Maria Antonieta passar a frequentar sua clínica. Com isso o rei Luís XVI nomeia no dia 11 de outubro de 1785 uma comissão de cientistas da época para investigar o magnetismo animal proposto por Mesmer. Estavam na comissão o químico Lavoisier, o físico Benjamin Franklin, o inventor Guillotin, dentre outros. A grande questão era: como chegar a uma conclusão científica de algo que não se podia enxergar ou tocar, ou seja, que estava além dos cinco sentidos? Certamente a teoria de Mesmer não pode ser confirmada, colocando-o na posição de um charlatão. Porém, dentre os cientistas havia um médico e botânico francês, Antoine Laurent de Jossiel, que se negou a assinar o relatório contra Mesmer, alegando que mesmo que não houvesse evidência de um fluído magnético, as curas que aconteciam na clínica de Mesmer eram verdadeiras.

 Porém, durante a revolução francesa, Mesmer acabou sendo exilado e morreu pobre aos 81 anos de idade na Alemanha, defendendo ardorosamente a sua crença no magnetismo animal. O “mesmerismo” acabou sendo resgatado por alguns discípulos, tais como o Dr. John Elliotson (professor de medicina na Universidade de Londres- Inglaterra), Dr. James Braid (1795 — 1860, cirurgião escocês) que fascinado pela técnica passou a realizar operações sem dor em seus pacientes em transe. Ele também percebeu que o transe poderia ser produzido apenas por meio da força de sugestão, e criou a palavra hipnotismo, considerando, erroneamente, que a hipnose era aliada do sono, pois “hipnos” é a palavra grega que significa “sono”. Também o Dr. James Esdaile (1808 - 1859), cirurgião escocês que atuava na Índia, estava obtendo grande sucesso com o uso da hipnose como anestésico, em mais de 1000 operações. 1948 foi nomeado cirurgião chefe do hospital mesmérico, foi pioneiro no uso da hipnose para anestesia cirúrgica. além do neurofisiologista russo Ivan Pavlov (1849 — 1936), e de Jean Charcot (1825 — 1893) professor de Freud, que estudou os efeitos da hipnose em pacientes histéricos.

 Interessantes descobertas surgem então como, por exemplo, quando o Marquês Armand Marie Jacques Chastenet du Puységur (1751 – 1825) tratava um camponês analfabeto, chamado Vitor Race, e se deparou com um estado de transe diferente. Race falava com toda lucidez durante aquele estado, e parecia manifestar conhecimentos de uma pessoa culta. Maravilhado, Puységur chamou aquele estado de sonambulismo artificial, atribuindo-lhe a capacidade de aumentar a lucidez do sujeito, tornando-o capaz de ler o pensamento de outras pessoas, descobrirem coisas ocultas etc. Eis que a ênfase médica dá lugar ao entretenimento já que o público se mostrava maravilhado com a possibilidade de se criar estados alterados de tal natureza. Mas se levantava outro véu dos fenômenos da mente, a comunicação não verbal ou ESP que naquela época era denominada de transmissão do pensamento. O sonambulismo passou a substituir a ideia do magnetismo animal, centrando então a atenção numa faculdade da mente.

 Em 1813, surgiu em Paris, o abade José Custódio Faria, fazendo demonstrações públicas com a finalidade de desmoralizar o magnetismo animal. Ele atribuía o transe a uma maior ou menor fluidez do sangue no cérebro. O abade produzia a hipnose por meio de uma ordem imperativa: Durma! e a pessoa “dormia”. Acorde! e ela voltava ao estado normal. As pessoas executavam diversos atos por meio de uma simples ordem verbal, e representavam papéis sugeridos. Desta forma, o abade foi o primeiro “hipnotizador teatral” a empolgar as plateias com a hipnose. Mas sua fama durou pouco, caindo em desgraça quando um ator cômico, simulando estar em estado de transe, fazia gestos para a plateia, que ria estrondosamente, quando o desavisado abade ficava de costas para ele, sem perceber seus gestos. Os seguidores de Mesmer se sentiam na obrigação de difundir o mesmerismo.

O Barão Du Potet despertou a atenção do médico inglês Elliotson, que funda na Inglaterra o primeiro hospital dedicado ao tratamento mesmérico, e publica uma revista especializada sobre o mesmerismo e suas aplicações na medicina. Por sua vez, outro médico inglês, Esdaile, destacado na Índia, comunica à Academia Britânica de Medicina, a sua experiência pessoal, praticando 3000 intervenções cirúrgicas, sem dor, usando o estado mesmérico como anestesia.  Também, Du Potet fundou a Sociedade Magnética de Paris que funcionava como uma escola para a prática dos conhecimentos de Mesmer. Em 1852 a Sociedade lança um Tratado Completo de Magnetismo Animal em doze lições, contribuindo para o desenvolvimento das sessões mesmeristas envolvendo sonâmbulos. À época, Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804 - 1869) - Allan Kardec integrou um grupo de pesquisadores do magnetismo e baseado nas experiências com passes em sonambúlicos, desenvolve e codifica a doutrina espírita que, a partir dele, passa a ser conhecida como Kardecismo, entendendo os sonâmbulos como médiuns. Em que pese a origem do espiritismo estar ligada aos estudos do magnetismo (hipnose), há em algumas correntes uma resistência quanto a técnica hoje praticada.

 

Em 1842, o cirurgião inglês James Braid (1794 – 1860) redefine a hipnose. Numa demonstração de mesmerismo proporcionada pelo francês Lafontaine, ele foi convidado a examinar um sujeito em transe e constatou que aquele não sentia dor quando ele introduziu uma agulha embaixo da sua unha, enquanto o seu amigo Wilson, que era oftalmologista, observou que os olhos daquele paciente estavam entornados para dentro e para cima e não apresentavam reflexo palpebral. Ao retornar para sua casa, Braid fez uma experiência pedindo que sua esposa, e mais um auxiliar seu, olhassem fixamente para um objeto brilhante, e após poucos minutos, os sujeitos entraram num estado semelhante ao produzido por Lafontaine. Ele considerou aquele estado um sono artificial produzido pelo cansaço do nervo óptico. Braid denominou esse estado de Neuro-hipnotismo, publicando em 1843 suas observações com o título: “Neurypnology or the Rationale of Nervous Sleep”, uma nova roupagem para a Hipnose. Braid até 1841 operou 262 casos de talipes, 700 casos de estrabismo e 23 casos de curvatura espinhal. Considerava a sugestão hipnótica como remédio valioso nas desordens nervosas, sem considerar já rival de outras formas de tratamento.

  Novamente na França, Azam, de Bordeaux, em 1859, traduz para o francês a obra de Braid, reativando o interesse dos médicos franceses no estudo do hipnotismo. O cirurgião Brocca passa a fazer uso do hipnotismo como anestesia, e o neurologista francês Jean-Martin Charcot, estimulado por Azam, introduziu o hipnotismo no hospital da Salpetriére, induzindo as suas pacientes “histéricas” ao transe por meio de estímulos fortes, tais como: uma batida de gongo, um feixe de luz intenso de um arco voltaico, uma fricção no vértice da cabeça, uma compressão de um ovário etc.

  Charcot chegou a pensar que a hipnose fosse um estado patológico, produto da histeria “doença” que ele havia descrito com luxo de detalhes. Charcot dividiu a hipnose em diferentes três estados: letargia, catalepsia e sonambulismo. Coube a outro médico francês, Henry Bernhein, professor de medicina em Nancy, demonstrar que a hipnose não era um estado patológico, e sim um estado psicodinâmico normal, produzido pela sugestão, e que as pessoas quando mais inteligentes e normais, melhor e mais facilmente entram em hipnose profunda. Demonstrou também que os três estados descritos por Charcot, eram produtos da sugestão. Em 1886, Beaunis, professor da escola de medicina de Nancy, publica suas pesquisas com o sonambulismo, sendo o primeiro em realizar medições de várias respostas fisiológicas durante o transe hipnótico.

No final do século XIX, um médico de Viena, Sigmund Freud (1856 — 1939), junto com seu colega Breuer, passam a usar a hipnose como procedimento terapêutico. Freud após ter feito um estágio com Charcot, na Salpetriére, e mais tarde com Bernheim em Nancy, passou a tratar os seus pacientes com a hipnose, procurando que os pacientes, nesse estado, voltassem a reviver, ou lembrar, os episódios (traumas) geradores daqueles sintomas. E assim conseguia curá-los. Hoje poderíamos chamar aquele procedimento de Freud, de “técnica de regressão de memória”. Embora Freud não chamasse aquilo de regressão de memória, ele preferia chamar de catarse, mas na verdade, ele estava naquele momento usando a técnica de regressão.

Freud abandonou a técnica após um paciente ter saltado ao seu pescoço. O fato foi interpretado por ele como uma reação de caráter místico que poderia se relacionar com a hipnose, levando-o abandonar a hipnose. Percebeu-se que o fato de levar um paciente ao transe poderia desencadear reações as quais dificultariam o processo de cura. Mais tarde ele desenvolveu um novo método de cura, a psicanálise, que substituiu a hipnose pela associação de ideias e pela interpretação dos sonhos (1900). Enquanto isto, na Rússia, o fisiologista Ivan Petrovich Pavlov, demonstrou por meio do estudo dos reflexos condicionados, que a hipnose é uma forma de resposta do sistema nervoso central, comum ao homem e aos animais. Seu discípulo Bikov, demonstrou também que todos os órgãos internos respondem ao mecanismo dos reflexos condicionados (“El Trabajo de La Corteza Cerebral”, Moscou), associação de um estímulo indiferente a uma função fisiológica ativada (Eudes Alves, “Curso de Hipnose”, 1972).

Por sua vez K. Platonov, outro discípulo de Pavlov, demonstrou que a palavra (no estado hipnótico) podia modificar as funções de todo o organismo, corrigindo e alterando os reflexos condicionados. Isto tornou possível o controle das funções dos órgãos internos por meio do treinamento reflexo e da hipnose (“La Palabra como Factor Fisiológico y Terapêutico”, Moscou, 1958). 

Pavlov, erroneamente, chegou também a pensar que a hipnose fosse uma “inibição cortical” semelhante ao sono. Naquela época a fisiologia dos mecanismos cerebrais ainda não era bem conhecida, e muito menos a bioquímica do sistema nervoso que passa a ter importância a partir da década de 50. Mesmo assim, a “reflexologia Pavloviana” abriu uma enorme possibilidade de pesquisa sobre os mecanismos neurofisiológicos da hipnose, demonstrando de modo inquestionável a realidade da resposta hipnótica e o seu valor terapêutico. A obra de Platonov e seus seguidores, publicada em 1958 até hoje não foi superada. A partir da década de 50, médicos e psicólogos americanos começaram a estudar a hipnose mais profundamente, por já haver condições de uma investigação científica mais aprofundada mediante aparelhos que podiam medir a atividade elétrica cerebral e estabelecer uma correlação com o processo hipnótico. Dentre eles, destacaram os doutores Clark Hull, Davis & Husban, André M. Weitzenhoffer, Le Cron, Milton V. Kleine, Wolberg, Milton Erickson (considerado o pai da “hipnose moderna”, ou “hipnose ericksoniana”).

 Dave Elman (1900-1967) foi um notável locutor de rádio, comediante e compositor americano, além de uma figura importante no campo da hipnose. Por volta dos 7 anos de idade viu seu Pai sofrer de câncer e com muitas dores. Quando um amigo da família aliviou a dor intratável muito rapidamente com a hipnose, Elman começou a aprender essas técnicas com ele e começou a perceber as vastas possibilidades da hipnose no alívio da dor fora dos procedimentos médicos tradicionais. Dave Elman atuou com hipnose de palco, em 1922 era promovido como o mais novo hipnotista do mundo. De 1949 a 1962 viajou extensivamente a América ensinando hipnose a um público basicamente de médicos e dentistas. Uma curiosidade é que Dave Elman em seus cursos aconselhava a nunca usar a palavra hipnose por falta de entendimento do grande público.

   Milton Erickson (1901 – 1980) foi um psiquiatra estadunidense especialista em terapia familiar sistêmica e uma das autoridades mundiais nas técnicas de hipnose aplicadas à psicoterapia. Foi fundador e presidente da Sociedade Americana de Hipnose Clínica, membro da Associação Americana de Psiquiatria, Associação Americana de Psicologia e da Associação Americana de Psicopatologia. Entre as contribuições de Erickson está a sua influência na programação neurolinguística que foi baseada, em parte, em seus métodos de trabalho. Conhecido por suas técnicas indiretas, como;                                                                

Sugestão indiretas. Ao invés de dizer “você vai entrar em transe”, ele dizia “você pode confortavelmente aprender como entrar em transe”.

Confusão metal. “Uma pessoa confusa mantém a mente consciente ocupada, e fica mais inclinada ao transe sem resistência.

O Modelo Milton é considerado modelo de hipnoterapia baseado em padrões de linguagem hipnóticas, foi estudado e foi definido e modelado por Richard Bandler e Jhon Griender na PNL.

Hoje sabemos que a hipnose não é sono, mas, se assemelha muito com a atividade REM (o sonhar), estando muito próximo da ensonhação, da meditação e dos estados alterados de consciência. A hipnose faz parte da vida psíquica normal do homem. Ela não é patológica nem perigosa. Onde há comunicação há hipnose. Toda emoção intensa é hipnótica por natureza. “A hipnose é um estado emocional intensificado (emoção estabilizadora ou alteradora), usado por todas as mães desde o nascimento de seus filhos” (Galina Solovey e Anatol Milechnin, “El hipnotismo de Hoy”). 

A hipnose é comunicação de ideias, presente em toda a comunicação humana. “Tudo é hipnose, nada é hipnose” diz Richard Bandler e John Grinder. Toda hipnose é auto hipnose. Ninguém pode ser hipnotizado contra sua vontade. A pessoa hipnotizada está sempre no comando. O hipnotizador é um mero instrutor que ensina as pessoas a trabalharem com os estados alterados de consciência em estados emocionais intensificados (Galina Solovey) ou psicotranse (Eliezer C. Mendes). 

Interessante como o fenômeno da hipnose pode ser estudado ao longo do tempo e ter resultado em definições conceituais das mais diversas. Até hoje não há uma definição exata do que seria e a grande valia é perceber os diferentes pontos de vista de um mesmo objeto.

PROJETO - ICP

INSTITUTO CATARINENSE DE PSICOTERAPIAS

O ICP Instituto Catarinense de Psicoterapias nasceu em Gaspar, Santa Catarina, movido por um propósito claro: inovar na formação de profissionais e transformar vidas através do conhecimento de alta qualidade.

Desde o início, nossa missão foi romper com métodos tradicionais, muitas vezes engessados e distantes da realidade prática. Apostamos em uma metodologia moderna, dinâmica e de fácil compreensão, utilizando linguagem direta e acessível, capaz de conectar teoria e prática de forma natural e eficiente.

Inovação e Comprometimento com a Excelência sempre foram nossos pilares. Cada curso, cada treinamento, cada material produzido pelo ICP é pensado para oferecer uma experiência de aprendizado real, aplicável e transformadora. Trabalhamos para que nossos alunos não apenas absorvam conhecimento, mas saibam aplicar o que aprendem de forma prática e ética, impactando positivamente suas próprias vidas e as de seus futuros clientes.

O crescimento do ICP é reflexo direto desse compromisso. De uma iniciativa regional, evoluímos para sermos referência no ensino de psicoterapias alternativas e técnicas de desenvolvimento humano em todo o estado e, cada vez mais, em nível nacional.


Nosso sucesso é medido pela transformação que geramos.

 

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  2. Ética e Responsabilidade: Atuamos com total respeito à prática profissional e ao ser humano.

  3. Acesso ao Conhecimento: Tornamos o saber acessível a todos, sem complicações desnecessárias.

  4. Inovação Contínua: Estamos sempre atualizando métodos e conteúdos, alinhados às descobertas científicas e às necessidades do mundo moderno.

  5. Transformação Real: Nosso objetivo é que cada aluno saia diferente de como entrou, mais preparado, mais consciente e mais capaz de promover mudanças.

 

O ICP é mais do que um instituto: é um movimento de transformação pessoal e profissional.
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